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| "A
Andréa tem cenas difíceis talvez por
ser a personagem mais sofrida da história" |
Como
é atuar em cinema para você?
Eu gosto de atuar, seja lá onde for.
No cinema você pode elaborar mais, o tempo é
maior e a obra acaba sendo mais artesanal. É
muito bacana. Seria ótimo se o cinema fosse tão
acessível fosse tão assistido quanto a
televisão: capaz de chegar a uma tribo indígena
na Amazônia.
Como você constrói
seus personagens?
Todo o personagem tem que ser tirado de dentro
de você. É dessa maneira que os construo.
Mas também, é preciso criar uma relação
com os outros personagens, com o diretor, com todo o
conjunto. É preciso se agregar ao outro, trocar,
para que o personagem possa ser criado.
O que mais te chamou atenção
na personagem Andréa?
A Andréa tem cenas difíceis
talvez por ser a personagem mais sofrida da história.
Ela é oprimida e submissa. Sua trajetória
faz um arco, ou seja, começa de um jeito e termina
de outro. Ela recupera a identidade própria e
vai à luta em busca da felicidade.
Quais
são suas expectativas quanto ao sucesso do filme?
Espero
que não só as pessoas gostem e se divirtam,
mas que esse filme também amplie o mercado de
cinema no Brasil. Esse é um filme voltado para
o grande público e por isso acredito que ele
vá cumprir com as expectativas de sucesso.
E
trabalhar com o Jorge Fernando, como foi?
Eu
conhecia o Jorginho do corredor, pois ele fala com todo
mundo, conta piadas... É um amor, carinhoso,
experiente, delicado e conhece bastante o ser humano.
Dá para se entregar na mão dele. Além
disso, ele é uma comédia!
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