Alessandra Negrini
 

"A Andréa tem cenas difíceis talvez por ser a personagem mais sofrida da história"

Como é atuar em cinema para você?
Eu gosto de atuar, seja lá onde for. No cinema você pode elaborar mais, o tempo é maior e a obra acaba sendo mais artesanal. É muito bacana. Seria ótimo se o cinema fosse tão acessível fosse tão assistido quanto a televisão: capaz de chegar a uma tribo indígena na Amazônia.
Como você constrói seus personagens?
Todo o personagem tem que ser tirado de dentro de você. É dessa maneira que os construo. Mas também, é preciso criar uma relação com os outros personagens, com o diretor, com todo o conjunto. É preciso se agregar ao outro, trocar, para que o personagem possa ser criado.
O que mais te chamou atenção na personagem Andréa?
A Andréa tem cenas difíceis talvez por ser a personagem mais sofrida da história. Ela é oprimida e submissa. Sua trajetória faz um arco, ou seja, começa de um jeito e termina de outro. Ela recupera a identidade própria e vai à luta em busca da felicidade.

Quais são suas expectativas quanto ao sucesso do filme?
Espero que não só as pessoas gostem e se divirtam, mas que esse filme também amplie o mercado de cinema no Brasil. Esse é um filme voltado para o grande público e por isso acredito que ele vá cumprir com as expectativas de sucesso.
E trabalhar com o Jorge Fernando, como foi?
Eu conhecia o Jorginho do corredor, pois ele fala com todo mundo, conta piadas... É um amor, carinhoso, experiente, delicado e conhece bastante o ser humano. Dá para se entregar na mão dele. Além disso, ele é uma comédia!

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
  promoções