Malu Mader
 

"Ana é a personagem mais alegre e a menos culpada, é nela que está embutido o sentido do filme para mim."

Você está mais para Sexo, Amor ou Traição?
Para o amor. O amor é a maior das virtudes, é o lado bom da vida e o melhor tempero para o sexo. Não existe nada melhor do que sexo com amor. O amor é mais abrangente, pode ser o amor de amigo, amor de filho, amor de mãe.
Você tem preferência entre teatro, cinema e televisão?
Disparado pelo cinema. Quando eu comecei a fazer televisão ainda não tinha essa preferência. Hoje em dia, se eu pudesse escolher, faria mais cinema do que qualquer outra coisa porque como espectadora o que mais me inspira é o cinema!
Quando eu era adolescente, gostava tanto de ir ao teatro e ao cinema, quanto de assistir televisão. Mas com o passar dos anos acabei perdendo o hábito de ver novelas. Hoje, se pudesse, gostaria de ficar um bom tempo fazendo cinema, mas como a minha vida inteira fui atriz de novelas ando com a sensação de que tenho que voltar a fazê-las. Muita gente me cobra por isso...
Qual o personagem que mais te atraiu ao ler o roteiro?
Confesso que fiquei um pouco na dúvida, pois ao mesmo tempo que tinha a impressão do roteiro brasileiro, tinha também sobre o filme original que havia assistido.
A opção pela personagem Ana foi feita não só pela empatia que senti por ela, mas também por ela estar no centro de um triângulo amoroso e ter que escolher entre os dois homens. Achei simpática essa situação. Além disso, Ana é a personagem mais alegre e a menos culpada, é nela que está embutido o sentido do filme para mim.
Ana vê a vida amorosa com alegria e compreensão. É uma mulher legal, engraçada e que poderia amar dois homens com a mesma intensidade. Ela é uma mulher fora das convenções, que possui até um lado meio masculino nesse aspecto.

Como foi trabalhar com o Jorge Fernando?
Eu sempre acompanhei o seu trabalho, mas nunca tive a oportunidade de trabalhar com ele. Tínhamos ensaiado algumas vezes, mas nunca foi para frente, coisas do destino... Quando ele me ligou dizendo que era ele quem dirigiria o filme, fiquei muito satisfeita, porque sempre o achei extremamente afetivo e agradável. Todas essas qualidades pude constatar no set, além da liberdade que ele dá ao ator de criar e improvisar. Ele joga com o que você tem a oferecer, mas quando é preciso também sabe dizer não.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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